Postado em 26 de Julho de 2018 às 16h41

Cleiton Fossá discute as pautas do mandato

Cleiton Fossá | Vereador Chapecó – O vereador Cleiton Fossá realizou uma transmissão ao vivo por meio das redes sociais, na noite desta quarta-feira, dia 26, para abordar as demandas do mandato, pautas sugeridas pela...

Chapecó – O vereador Cleiton Fossá realizou uma transmissão ao vivo por meio das redes sociais, na noite desta quarta-feira, dia 26, para abordar as demandas do mandato, pautas sugeridas pela população que influenciam a vida dos cidadãos. Para dar início a live, Fossá ressaltou o papel do vereador. “O cidadão precisa exigir o seu direito e o vereador legislar. É essencial representar o povo nas audiências públicas, na Câmara Municipal de Vereadores e apresentar projetos de lei que envolvam e estejam conectados com a sociedade”, diz.

Fossá ainda ressalta a importância de o vereador ouvir a população e analisar se a demanda é de competência do cargo e qual procedimento deve ser iniciado. Cleiton ressalta, “Vereador faz o elo entre cidadãos e a prefeitura, vereador não é para pagar conta”. Entre 2017 e 2018, Fossá apresentou 41 Projetos de Lei, o vereador que tem o melhor número de propostas. Logo, faz uma reflexão da importância de desenvolver estratégias que sejam eficientes na defesa dos direitos dos cidadãos. “A principal barreira que temos em Chapecó é que mesmo que os projetos sejam pensados para a população, não são aprovados”, salienta Fossá.

Saúde

A saúde pública é um tema que conecta a importância dos projetos e as demandas do mandato. Os usuários que dependem das unidades de saúde para realizar algum procedimento, seja uma consulta de rotina, apontam a demora no atendimento, principalmente o tempo que precisam esperar para marcar uma consulta, exame ou cirurgia, a falta de medicamentos, equipamentos e até mesmo a falta de profissionais especialistas.

Um exemplo entre os projetos apresentados é a transparência na saúde. Fossá propôs um sistema que permitisse que os pacientes soubessem sua posição na fila de espera e assim tornar ético as solicitações de consultas, exames e cirurgias. O projeto foi recusado com a justificativa que o Sisreg supre esta necessidade. Entretanto, este sistema foi criado para gestão e não para o cidadão, alguns links são restritos e difíceis de consultar.

Transporte Coletivo

Além de demandas da saúde, um tema que o mandato insiste em abordar para qualificar o serviço é o transporte público. Fossá defende a criação de subsídios que viabilize tarifas mais baratas e que possibilite que o município implemente ciclovias.

“É preciso tornar o transporte público coletivo mais inclusivo, acessível, com mais linhas e horários e seguro. Nós recebemos várias denúncias e sugestões, neste sentido, os usuários de transporte coletivo frequentemente expressam a insatisfação principalmente com a estrutura insegura dos ônibus, como acentos quebrados, portas que não fecham, elevador para cadeirantes que não funcionam e paradas danificadas ou inexistentes, e a forma que é prestado o serviço, como a inexistência de cobrador, ônibus superlotados e, por conta disto, deixam os usuários nos pontos de parada aguardando. É preciso olhar mais para o transporte público, é essencial qualificar”, ressalta Fossá.

Estacionamento Rotativo

O estacionamento rotativo e a utilização de parquímetros também são pontos necessários na perspectiva da mobilidade. O sistema foi adaptado, não serão mais utilizadas os bottons, os usuários podem utilizar cartão ou moedas para registrar sua placa e garantir o tempo em uma vaga no período de duas horas.

O serviço problemático, até mesmo comparado, por motoristas, como uma máquina de gerar multas, já que notifica os usuários quando não há registro da utilização do serviço, mesmo que o motorista esteja procurando um parquímetro em funcionamento para fazer o registro, já que já denunciaram casos de equipamentos sem bateria ou fechados. Além disto, apenas o valor arrecado em um dia é destinado para o município, o restante para a empresa. Dinheiro que também poderia ser utilizado para criar subsídios para baixar o valor da tarifa e criar ciclovias, meios para incentivar o uso do transporte coletivo e diminuir o uso de automóveis.

Eu não tenho memória curta

Entre as pautas, Fossá ressaltou a importância da cobrança dos moradores do São Pedro em relação as promessas realizadas pela Prefeitura: a construção da Praça da Família e do Poupa Tempo, que tinha como objetivo facilitar o pagamento das contas dos moradores, por meio da implantação de lotérica, e assegurar lazer, bem como gerar empregos e colaborar para a valorização da região, que de acordo com os moradores é um bairro esquecido e que ainda sofre preconceito.

A partir desta cobrança, Fossá percebeu a necessidade de criar um quadro para frisar que existem cidadãos que lembram das promessas e que exigem comprometimento com o que foi dito, já que depositaram sua confiança, por meio do voto, com o intuito de desenvolver o município. “Peguei as promessas da última campanha eleitoral e tomei a liberdade de a partir disto exercer o meu papel como vereador, fiscalizar! Tornei público o que já é público. Criei uma série chamada ‘Eu Não Tenho Memória Curta’, porque proposta que não é concretizada após o período eleitoral, pra mim, é brincar com a inteligência da população”, diz Fossá.

Além da Praça do São Pedro e o Poupa Tempo, a série já apresentou promessas não cumpridas, como a duplicação da Leopoldo Sander, o descaso com os moradores, neste caso as problemáticas de um problema de tratamento de esgoto no bairro Vila Rica, as obras inacabadas do Elevado da Sadia, precariedade do transporte público e o descaso com os idosos.

“Precisamos fiscalizar, é o meu papel como vereador e o nosso papel como cidadãos. Precisamos exigir comprometimento dos políticos que propõe algo e após o período eleitoral esquecem do que foi dito. É discutido muito sobre ‘políticos que aparecem em época de eleição’, mas temos também eleitores que aparecem somente nesta época, precisamos como sociedade, refletir sobre isso para cumprir os nossos deveres e ter os nossos direitos assegurados”, conclui Cleiton Fossá.

 

Alessandra Favretto, Assessoria de Comunicação Cleiton Fossá

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