Postado em 17 de Junho de 2014 às 16h39

Vereadores e Correios discutem sistema de numeração

Vereador (224)Correios (3)Cleiton Fossá (315)Chapecó (305)Câmara (84)
Chapecó - O sistema de numeração das residências de Chapecó e de atribuição dos CEPs voltou a ser assunto na Câmara de Vereadores de Chapecó na manhã desta terça-feira (17). Atendendo requerimento 113/14, do vereador Cleiton Fossá, participaram da sessão o diretor regional de Santa Catarina dos Correios, Paulo de Oliveira Andrade; o assessor de comunicação no Estado, Genésio da Silva; o gerente de atividades externas, Joani Xavier; a gerente regional de vendas, Fernanda Colatto Guillen; e o coordenador regional de atividades externas, Edes Amaral. Com o crescimento de Chapecó, os Correios tem encontrado dificuldades em entregar correspondências e encomendas em muitos bairros e loteamentos, devido a numeração desordenada. O marco referencial de numeração de Chapecó é de 1984 (Lei nº 2.568), sendo o único no Brasil que adota o sistema de letras juntos com os números. 'O critério atual de numeração não contempla mais a demanda. É preciso estudar alternativas', comenta Fossá. O novo Plano Diretor de Chapecó prevê a criação de 16 novos bairros no município, o que deve complicar ainda mais a questão. Definições A falta de planejamento e fiscalização na numeração das casas e atribuições de nomes para ruas não é o único problema. Com o crescimento de bairros, os Correios vão enfrentar problema também com os CEPs. 'O poder público de Chapecó não pode mais fugir deste debate', ressalta Fossá. Ficou definido que os Correios vão elaborar um plano e, posteriormente, esse estudo será apresentado em reunião de trabalho na Câmara, com a presença de entidades e associações, sendo incluso no Plano de Mobilidade Urbana e Plano Diretor do município.

Veja também

Cleiton Fossá critica proposta que aumenta cargos na prefeitura08/06/15 Chapecó - Poder executivo enviou para a Câmara projeto que 'organiza'a estrutura administrativa da prefeitura. Conforme o vereador Cleiton Fossá, esse projeto prevê o aumento de cargos de confiança de 827 para 991 (164 novos cargos), entre comissionados e funções gratificadas, gerando um custo anual de aproximadamente de R$ 42 milhões por ano aos cofres públicos. Para Fossá, ao invés do governo......

Voltar para NOTÍCIAS