Vereador Fossá denuncia 'farra'com o dinheiro público em Chapecó
Chapecó - Sempre atento na fiscalização das ações e sobre assuntos referentes ao poder executivo de Chapecó, o vereador Cleiton Fossá já tratou sobre vários temas envolvendo questões políticas e administrativas no município durante este mês de maio. Todos os pontos foram abordados e discutidos na Câmara de Vereadores. O primeiro ponto abordado foi a prisão de dois empresários do ramo de máquinas, na Operação Patrola, que pode envolver ainda agentes políticos de Chapecó. Fossá se referiu ao caso como 'Patrolão', onde o Gaeco investiga irregularidade nas atividades que envolvem maquinários pesados de propriedade do poder público. Simprevi O segundo caso se refere às pedaladas fiscais cometidas pela prefeitura de Chapecó na negociação de uma dívida da contribuição previdenciária dos servidores públicos com o Fundo Previdenciário (Simprevi). Esse atraso gerou prejuízo ao Simprevi e também ao erário público, o que pode configurar crime de improbidade. Comissionados Fossá trouxe à tona a informação de que a administração municipal nomeou novos 54 cargos comissionados desde o mês de janeiro. Ele disse que para contratar comissionados a prefeitura tem dinheiro, agora, não tem para fazer exames e consultas na área da saúde, para realizar a Efapi ou para inaugurar obras atrasadas. Licitação Também, Fossá analisou o processo licitatório para troca das lâmpadas de iluminação pública, no valor de quase R$ 10 milhões, e constatou possível direcionamento. Lembrou ele que esse atual grupo político já se envolveu em outras licitações suspeitas, como a da merenda escolar, da Efapi 2013 e do transporte coletivo. Multas O vereador obteve documentos que mostram que motoristas de caminhões e ônibus foram multados indevidamente em lombadas eletrônicas. Com base nos tacógrafos dos veículos, foi possível comprovar que os motoristas não ultrapassaram a velocidade máxima permitida, mas, mesmo assim, foram multados por lombadas eletrônicas. Dívidas Fossá informa que a dívida atual de Chapecó ultrapassa a quantia de R$ 110 milhões. Deste valor, R$ 87 milhões são referentes a financiamentos e negociações de dívidas e outros R$ 25 milhões são de decisões judiciais, os precatórios. Do total devido, aproximadamente R$ 40 milhões são do empréstimo junto ao Fonplata.
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